domingo, 29 de janeiro de 2012

Colégio Shallon - 6º ano - IBGE e seu site interativo!

Acesse o link abaixo e navegue pelo site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas - IBGE.










Colégio Shallon - 7º ano - Brasil e urbanização


Urbanização
Urbanização é o processo de tornar uma área urbana e retirar todas as características silvestres e rurais, inserindo características, instalações e infra-estrutura de uma cidade (ruas, avenidas, rede de esgoto, rede elétrica, edificações, serviço urbano, etc.). A urbanização é um processo que instaura uma cidade por meio da demanda populacional, comercial e do desenvolvimento tecnológico.
Trata-se da redistribuição demográfica, de populações e localidade antes rural, em assentamentos urbanos. A urbanização também é entendida pela expansão de uma cidade.
Tradicionalmente, esse termo refere-se ao deslocamento de um grupo de pessoas que deixam uma área rural para viver em centros urbanos. Um estado ou país é considerado urbano, quando a maior parte de sua população vive nas cidades, estando a menor parcela da população no campo.
O atual fenômeno da urbanização no mundo, grande gerador de disparidades sociais e favelização, principalmente em países emergentes e subdesenvolvidos, é tema de estudo na área da sociologia, antropologia, geografia e economia. O planejamento das cidades e controle da urbanização é responsabilidade do urbanismo, do planejamento urbano, do planejamento da paisagem, do desenho urbano e da geografia.

Urbanização no Brasil
Podemos afirmar que o Brasil, hoje, é um país urbanizado. Com a saída de pessoas do campo em direção às cidades, os índices de população urbana vêm aumentando sistematicamente em todo o país. A partir da década de 60, as cidades passaram por um processo de dispersão espacial, à medida que novas porções do território foram sendo apropriadas pelas atividades agropecuárias.
 É considerável o numero de pessoas que trabalham em atividades rurais e residem nas cidades. As greves dos trabalhadores bóias-frias acontecem nas cidades, o lugar onde moram. São inúmeras as cidades que nasceram e cresceram em áreas do país que tem a agroindústria como impulso das atividades econômicas secundárias e terciárias.
 Em virtude da modernização do campo, assiste-se a uma verdadeira expulsão dos pobres, que encontram nas grandes cidades seu único refúgio. Como as indústrias absorvem cada vez menos mão-de-obra e o setor terciário apresentam um lado moderno, que exige qualificação profissional, a urbanização brasileira vem caminhando lado a lado com o aumento da pobreza e a deterioração crescente das possibilidades de vida digna aos novos cidadãos urbanos.

Formação territorial do Brasil

O território do Brasil ocupa uma área de 8 514 876 Km². Em virtude da extensão territorial, o Brasil é considerado um país continental por ocupar grande parte do continente da América do Sul. O país se encontra em quinto lugar em tamanho de território.         
A população brasileira está irregularmente distribuída, pois grande parte da população habita em região litorânea do território, onde se encontram as maiores cidades do país. Isso nada mais é do que herança histórica, a forma com que o Brasil foi povoado, os primeiros núcleos urbanos surgiram no litoral.    
              Até o século XVI o Brasil possuía apenas a área estabelecida pelo Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494 por Portugal e Espanha, tratado que dividia as terras da América do Sul entre Portugal e Espanha.



Atuais divisões regionais do Brasil
Região Oficial ou do IBGE

A divisão do Brasil em regiões, de acordo com características específicas, foi estabelecida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 1970 e de lá para cá sofreu apenas uma modificação, em 1988, quando o Estado do Tocantins foi desmembrado do Estado de Goiás e passou a integrar a região norte.
 Os vinte e seis Estados da Federação e o Distrito Federal foram agrupados de acordo com características que variam desde o clima, que é a característica mais marcante e facilmente perceptível, até a forma de colonização. Na região sul, por exemplo, percebe-se claramente a influência de colonos europeus que se estabeleceram predominantemente naquela região.
Este e outros fatores influenciaram não só a característica física das populações de cada região, como também, determinaram a feição cultural e econômica de cada uma delas.
Região Geoeconômica

A divisão oficial do Brasil em cinco regiões foi criada, em 1969, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Mas, antes disso, em 1967, o geógrafo brasileiro Pedro Pinchas Geiger já havia proposto outra divisão regional do país, em três regiões geoeconômicas ou complexos regionais. 
              Ela se baseia no processo histórico de formação do território brasileiro, levando em conta, especialmente, os efeitos da industrialização. Dessa forma, ela busca refletir a realidade do país e compreender seus mais profundos contrastes.      
De acordo com Geiger, são três as regiões geoeconômicas: Amazônia, Centro-Sul e Nordeste.
Essa organização regional favorece a compreensão das relações sociais e políticas do país, pois associa os espaços de acordo com suas semelhanças econômicas, históricas e culturais.

Colégio Shallon - 8 ano - Problemas Ambientais


Apesar do final da Guerra Fria (início da década de 1950 até o início da década de 1990) e da aparentemente afastada possibilidade de uma guerra global termonuclear, outros problemas ainda afligem a humanidade. Alguns são problemas velhos, outros que surgiram recentemente. A questão ambiental do planeta vem se tornando freqüente nas discussões em reuniões internacionais, ao mesmo tempo em que aumenta a certeza de que não é possível dissociar os problemas ambientais dos problemas sociais. Os movimentos de defesa ambiental começam a surgir na década de 70, sucedendo os movimentos pacifistas dos anos 60. Um exemplo nesse sentido é a famosa organização ambientalista Greenpeace. Em 1972 realiza-se a primeira Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento na cidade de Estocolmo, na Suécia. Foi uma conferência com representantes oficiais, desenvolvendo-se paralelamente um evento com organizações não-governamentais (ONGs). Uma de suas conclusões foi a de que o homem possuía o direito a um ambiente equilibrado e saudável e à justiça social. 

Observe abaixo outras conferências sobre o meio ambiente:           

Conferências sobre Meio Ambiente 

*Protocolo de Montreal (1987) – erradicação gradual da produção mundial do CFC

*ECO 92 (RJ) – conservação da biodiversidade e exploração econômica sustentável assinatura da Convenção Climática (reduzir a emissão dos gases que provocam o aquecimento do planeta) e da Convenção da Biodiversidade.           

*Protocolo de Kyoto (1997) – corte de 5,2% na emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa (entre 2008 e 2012) em relação aos índices de 1990. Posteriormente se aceita um abrandamento (“sumidouros” de carbono – florestas capazes de absorver o CO2) em que os países com florestas podem utilizá-las como crédito caso não consigam cumprir sua meta de redução nas emissões de dióxido de carbono. No entanto, os EUA, e recentemente a Austrália, confirmaram que não irão assinar e cumprir os acordos estabelecidos pelo Protocolo de Kyoto.
A ECO 92 foi realizada no Rio de Janeiro e discutiu especialmente o desenvolvimento sustentável e, ao seu lado, o conceito de eco desenvolvimento. A situação é complicada porque envolve aspectos aparentemente contraditórios e sem possibilidades de serem conciliados. Sociedades humanas necessitam do crescimento econômico e do progresso, precisam ter acesso aos recursos do planeta e serem beneficiados por eles. Seus problemas sócio-econômicos precisam ser solucionados. No entanto, a exploração dos recursos do planeta deve ser feita de maneira a não comprometer o meio ambiente. Observe abaixo as medidas necessárias para enfrentar a questão ambiental:

Medidas necessárias: 

*compatibilizar crescimento econômico e proteção ambiental evidentemente não há uma receita pronta para essa questão, mas não se pode pensar apenas no crescimento econômico desenfreado, assim como não é possível se pensar em deixar a natureza intocada.

*promover o eco desenvolvimento explorar os recursos naturais sem promover seu esgotamento, preservando-os para as gerações futuras.   

*resolver o conflito entre o Norte Rico e o Sul Pobre os países ricos do Norte freqüentemente acusam os países pobres do Sul de prejudicarem o meio ambiente pelo despejo de esgoto nas fontes de água sem qualquer tratamento, pelo destino inadequado dado ao lixo e pela destruição das reservas florestais. Tais fatos realmente ocorrem. Enquanto isso, os países pobres do Sul acusam os países ricos do Norte de serem os maiores poluidores do planeta devido ao elevado nível de consumo e desperdício, à grande produção de lixo e à grande emissão de resíduos tóxicos pela queima de combustíveis fósseis. Isso também ocorre. Assim, enquanto ambos se acusam, adiam a aplicação das medidas efetivas de controle e preservação ambiental e transferem um para o outro a responsabilidade pelos cuidados ambientais.   

*estabelecer metas e prazos para redução na emissão de poluentes alguns problemas ambientais requerem uma atuação mais urgente para que não se tornem insolúveis no futuro. Um exemplo são os programas de redução e eliminação do uso do CFC que compromete a camada de ozônio. No entanto, pouco se avançou na questão do efeito estufa não se observando a esperada redução na queima dos combustíveis fósseis.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Somos patriotas nos anos bissextos

               Em 2014 será realizado no nosso país a Copa do Mundo de Futebol. Um evento esportivo em que o mundo aguarda ansiosamente quatro anos para poder vibrar com a seleção de seu país. E no Brasil não é diferente. Nós somos conhecidos como o país do futebol. Durante esse evento, o Brasil para diante as TV’s para torcer por um bom resultado dentro de campo.
            É nesse período que nós temos orgulho de sermos brasileiros. Compramos bandeiras, camisetas verde-amarelo, pintamos ruas e casas, dentre outros. E quando a copa acaba? Será que continuamos com esse espírito patriota? No Brasil isso não acontece, voltamos todos ao nosso velho costume: falar mal do nosso país.
            Em países como os Estados Unidos, por exemplo, a população é extremamente patriota, ou seja, tem realmente um amor ao país. Uma lei sancionada no século passado “obriga” que todo o filme produzido em território estadunidense apareça no mínimo em uma cena, a bandeira nacional. Os cineastas não ficaram preocupados com isso, pois já era comum aparição desse símbolo do poder dos Estados Unidos, pois lá sim, há um verdadeiro amor ao país.
            Em países da Europa, como o caso de Portugal ou Espanha, é comum, na grande maioria das casas, os morados terem bandeiras de seus países guardadas, pois se caso for preciso utilizá-la, lá estará. E isso não foi uma imposição de governo, a própria população teve a consciência que se deve respeito ao país.
            No Brasil, o único período que se possa encontrar uma bandeira nacional nas casas é esses como agora, época de copa do mundo. Portando, devemos levar mais a sério a questão de sermos patriotas. O Brasil precisa de pessoas mais amorosas a si mesmo.

Professor Hudson de Paula,
Geografia. 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Colégio Pitágoras Meta - Recuperação 1º ano

Responda as questões abaixo em folhas de papel almaço, manuscrito com caneta de cor azul ou preta e contendo capa.
Valor: 4,0

Questionário

1) O que significa a expressão Clusters industriais?

2) O nosso país viveu uma recessão econômica nas décadas de 1980 e 1990. Em meados desta última década, o então ministro da economia, Fernando Henrique Cardoso, no governo de Itamar Franco criou o Plano Real. Mas somente a criação desta nova moeda foi à salvação econômica do Brasil? Explique.

3) Explique como foi a ajuda do FMI e quais foram as suas exigências para o Brasil contrair os empréstimos.

4) Descreva como foi a crise do modelo econômico brasileiro.

5) É correto afirmar que nosso país vive um processo de formação de clusters? Comente e de exemplos.

6) Atualmente, grande parte das empresas brasileiras adotam um modelo de industrialização. Que modelo é este e como ele funciona? Comente.

7) O modelo industrial mundial passou por algumas modificações. Nessas modificações, surgiram quatro modelos que impulsionaram as indústrias no mundo, inclusive no nosso país. Diante isso, relate o nome dessas quatro modalidades industriais.

8) Explique quais foram os principais motivos que levaram a modalidade do Fordismo em não se concretizar no mundo atual.

9) Analise a imagem abaixo e responda a questão:

Em que época o processo industrial brasileiro se iniciou com intensidade e por que a região Sudeste (quase exclusivamente São Paulo) foi a pioneira no recebimento dessas indústrias?

11) Com o início do processo industrial no Brasil, houve-se a necessidade da criação de duas regiões recebedoras: o Centro e a Periferia. Diante isso, diferencie essas regiões.

12) Descrevas quais são os principais problemas urbanos que nosso país sofre atualmente.

13) Explique o que é Rede urbana e Hierarquia urbana

14) O sistema de transportes brasileiro é adequado às suas necessidades e características? Comente.

15) Aponte as principais características dos seguintes sistemas de transportes:
            a) ferroviário
            b) rodoviário
            c) hidroviário

16) Comente as principais características do sistema dutoviário.


Verificar o conteúdo no texto abaixo, no Capítulo 2 (industrialização brasileira), Capítulo 2 (urbanização brasileira) e Capítulo 2 (transportes e comunicação no Brasil), todos do livro 2 (Industrialização)


Capítulo 2 – Industrialização brasileira – Conteúdo complementar

Modelo de industrialização denominado Fordismo:

(O Fordismo foi iniciado nos EUA onde o ritmo da produção é imposto pelas máquinas, o trabalhador faz um consumo de tarefas especializadas e de participar mais do consumo.)
O Fordismo é um modelo de produção em massa idealizado pelo empresário estadunidense Henry Ford (1863-1947), fundador da Ford Motor Company. Esse modelo revolucionou a indústria automobilística a partir de janeiro de 1914, quando introduziu a primeira linha de montagem automatizada. Ford utilizou à risca os princípios de padronização e simplificação de Frederick Taylor e desenvolveu outras técnicas avançadas para a época. Suas fábricas eram totalmente verticalizadas. Ele possuía desde a fábrica de vidros, a plantação de seringueiras, até a siderúrgica.
Ford criou o mercado de massa para os automóveis. Sua obsessão era tornar o automóvel tão barato que todos poderiam comprá-lo, porém mesmo com o barateamento dos custos de produção, o sonho de Henry Ford permaneceu distante da maioria da população.
Uma das principais características do Fordismo foi o aperfeiçoamento da linha de montagem. Os veículos eram montados em esteiras rolantes que movimentavam-se enquanto o operário ficava praticamente parado, realizando uma pequena etapa da produção. Desta forma não era necessária quase nenhuma qualificação dos trabalhadores. Outra característica é a de que o trabalho é entregue ao operário, em vez desse ir buscá-lo, fazendo assim a analogia à eliminação do movimento inútil.

Modelo de industrialização denominado Taylorismo:

Taylorismo ou Administração científica é o modelo de administração desenvolvido pelo engenheiro estadunidense Frederick Taylor (1856-1915), que é considerado o pai da administração científica. Caracteriza-se pela ênfase nas tarefas, objetivando o aumento da eficiência ao nível operacional. É considerado um subcampo da perspectiva administrativa clássica.
O fato mais marcante da vida de Taylor foi o livro que publicou em 1911 "Princípios de Administração Científica" com esse livro ele tenta convencer aos leitores de que o melhor jeito de administrar uma empresa é através de um estudo, de uma ciência. A ideia principal do livro é a racionalização do trabalho que nada mais é que a divisão de funções dos trabalhadores e com isso Taylor critica fortemente a “Administração por incentivo e iniciativa”, que acontece quando um trabalhador por iniciativa própria sugere ao patrão ideias que possam dar lucro a empresa incentivando seu superior a dar-lhe uma recompensa ou uma gratificação pelo esforço demonstrado o que é criticado por Taylor, pois uma vez que se recompensa um subordinado por suas ideias ou atos, tornamo-nos dependentes deles. Taylor acredita na ideia da eficiência e eficácia que é a agilidade e rapidez dos funcionários gerando lucro e ascensão industrial.

Modelo de industrialização denominado Toyotismo:

(Toyotismo é um modo de organização da produção capitalista originário do Japão, resultante da conjuntura desfavorável do país. O toyotismo foi criado na fábrica da Toyota no Japão (dando origem ao nome) após a Segunda Guerra Mundial, este modo de organização produtiva, elaborado pelo japonês Taiichi Ohno e que foi caracterizado como filosofia orgânica da produção industrial (modelo japonês), adquirindo uma projeção global.)
O sistema pode ser teoricamente caracterizado por seis aspectos:
Mecanização flexível, uma dinâmica oposta à rígida automação fordista decorrente da inexistência de escalas que viabilizassem a rigidez. A mecanização flexível consiste em produzir somente o necessário, contrariando o fordismo, que produzia o máximo possível e estocava o excedente. A produção toyotista é flexível à demanda do mercado.
Processo de multifuncionalização de sua mão-de-obra, uma vez que por se basear na mecanização flexível e na produção para mercados muito segmentados, a mão-de-obra não podia ser especializada em funções únicas e restritas como a fordista. Para atingir esse objetivo os japoneses investiram na educação e qualificação de seu povo e o toyotismo, em lugar de avançar na tradicional divisão do trabalho, seguiu também um caminho inverso, incentivando uma atuação voltada para o enriquecimento do trabalho.
Implantação de sistemas de controle de qualidade total, onde através da promoção de palestras de grandes especialistas norte-americanos, difundiu-se um aprimoramento do modelo norte-americano, onde, ao se trabalhar com pequenos lotes e com matérias-primas muito caras, os japoneses de fato buscaram a qualidade total. Se, no sistema fordista de produção em massa, a qualidade era assegurada através de controles amostrais em apenas pontos do processo produtivo, no toyotismo, o controle de qualidade se desenvolve por meio de todos os trabalhadores em todos os pontos do processo produtivo.
Sistema just in time: Esta técnica de produção foi originalmente elaborada nos EUA,no início do século XX, por iniciativa de Henry Ford mas não foi posta em prática. Só no Japão, destruído pela II Guerra Mundial, é que ela encontrou condições favoráveis para ser aplicada pela primeira vez. Em visita às indústrias automobilísticas americanas, na década de 1950, o engenheiro japonês Eiji Toyoda passou alguns meses em Detroit (EUA) para conhecê-las e analisar o sistema dirigido pela linha fordista atual. Seu especialista em produção Taiichi Ohno, iniciou um processo de pesquisa no desenvolvimento de mudanças na produção através de controles estatísticos de processo. Sendo assim, foi feita uma certa sistematização das antigas idéias de Henry Ford e por sua viabilização nessa fábrica de veículos. Surge daí o sistema just in time, que visa envolver a produção como um todo. Seu objetivo é "produzir o necessário, na quantidade necessária e no momento necessário", o que foi vital numa fase de crise econômica onde a disputa pelo mercado exigiu uma produção ágil e diversificada.
Personalização dos produtos: Fabricar o produto de acordo com o gosto do cliente.
Controle visual: Havia alguém responsável por supervisionar as etapas produtivas.

Modelo de industrialização denominado Volvismo:

O volvismo foi criado por Emti Chavanmco engenheiro da Volvo nos anos 60. Nascido na Índia ele se mudou com a família para Suécia por causa da guerra civil que lá acontecia.
Em linhas gerais, a indústria sueca é caracterizada endogenamente altíssima grau de informatização e automação e exogenamente pela forte presença dos sindicatos trabalhistas e mão-de-obra altamente qualificada. 
No caso das fábricas da Volvo, é ainda marcada por um alto grau de experimentalismo, sem o qual talvez não fosse possível ter introduzido tantas mudanças.
O Volvismo surgiu como resultado de várias inovações conjuntamente postas em prática, com a particularidade da participação constante dos trabalhadores. As exigências do mercado competitivo forjaram melhorias, mas o que fez a diferença no caso da Volvo foi claramente características particulares da sociedade sueca. Além dos sindicatos fortes, o alto grau de automação das fábricas no país faz com que desde há tempos os jovens rejeitem serem vistos como “acessórios das máquinas”, como no taylorismo o seriam.
Isso gerou mudanças estruturais: nessa linha, o operário tem um papel completamente diferente daquele que tem no fordismo, e ainda mais importante que no toyotismo: aqui é ele quem dita o ritmo das máquinas, conhece todas as etapas da produção, é constantemente reciclado e participa, através dos sindicatos, de decisões no processo de montagem da planta da fábrica (o que o compromete ainda mais com o sucesso de novos projetos).

Bons estudos!!!



quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Colégio Pitágoras Meta - Data dos trabalhos do 4º bimestre


Grupo - 1º ano A
Grupo 01: Ellen / Data: 03/11/2011
Diego
Lucas
Whatson
Frederico
Grupo 02: Ana Carolina / Data: 03/11/2011
Avelino
Mateus Martins
Matheus Rocha
Nelson
Grupo 03: Eunice / Data: 10/11/2011
Guilherme
Gabrielly
João Gabriel
Grupo 04: Leandro / Data: 10/11/2011
Gustavo Vieira
Michael
Thiago Felipe
Grupo 05: Gabriel H. / Data: 17/11/2011
Mateus Popinha
Gabriel Gomes
Ricardo
Grupo 06: Evelyn / Data: 17/11/2011
Ana Luísa
Charles
Aurélio
Gustavo Silva
Grupo 07: Igor / Data: 17/11/2011
Felipe
Gabriela
Jhennifer
Rantiele


Grupo - 1º ano B
Grupo 01: Omar / Data: 25/10/2011
Wellington
João Pedro
Willy
Grupo 02: Guilherme / Data: 01/11/2011
Amanda Aguiar
Lorrayne
Renato
Grupo 03: Alanna / Data: 01/11/2011
Larissa
Rayane
Ana Cristina
Grupo 04: Rhuan / Data: 08/11/2011
João Gabriel
Bruno
Lucas Cavalcante
Grupo 05: Melissa / Data: 08/11/2011
Mariane
Marcela
Talles
Grupo 06: Nathália Porto / Data: 17/11/2011
(Quinta-Feira)
Isabela Cristina
Talita
Gabriela
Andresa
Grupo 07: Nathália Almeida / Data: 17/11/2011
(Quinta-Feira)
Nathalia Vigilato
Kelly da Silva
Thaís Borges
Grupo 08: Maria Raquel / Data: 22/11/2011
Tamí
Ricardo
Luana
Grupo 09: Kevin / Data: 22/11/2011
Lucas Fernandes
Pedro Víctor
Igor


Grupo - 2º ano A
Grupo 01: Aline Magalhães / Data: 03/11/2011
Luciana
Paulo Henrique
João Pedro
Grupo 02: Isabelle Prudêncio / Data: 03/11/2011
Ariane
Lanny
Brenda
Gabriel
Grupo 03: Matheus / Data: 10/11/2011
Santiago
Lucas Magno
Aline Borges
Grupo 04: Kairo Hitler / Data: 10/11/2011
Gustavo Cardoso
Guilherme
Lucas Moreira
Grupo 05: Pâmella Alice / Data: 17/11/2011
Talita Gabriele
Jhennifer Cristiny
Jheniffer Karen
Grupo 06: Letícia Rodrigues / Data: 17/11/2011
Gabriella Marques
Izabella Cristina
Lucas Américo
Grupo 07: Gabriella Correia / Data: 22/11/2011 (período vespertino)
Janaína Ramos
Letícia Diniz
Thaynná Ultra
Grupo 08: Caique Alexandre / Data: 22/11/2011
(período vespertino)
Gabriela Casadinho
Jordana
Sthefány
Grupo 09: Geovany / Data: 22/11/2011
(período vespertino)
Hugo
Diogo


Grupo - 2º ano B
Grupo 01: Guilherme / Data: 01/11/2011
Michelle
Arthur
Paola
Grupo 02: Julia / Data: 01/11/2011
Giselle
Julyana
Maressa
Ana Paula
Grupo 03: Patrícia / Data: 08/11/2011
Rayssa
Sarah
Paula
Grupo 04: Osni / Data: 08/11/2011
Aryelle
Maurílio
Dyogo
Grupo 05: Roberta / Data: 17/11/2011
(Quinta-Feira)
Gabriella
Pâmella
Jairo
Grupo 06: Suzana / Data: 17/11/2011
(Quinta-Feira)
Rafael Vinícius
Lorraine Alves
Brisa
Grupo 07: Chrislyenne / Data: 22/11/2011
Mateus
Lohany Cristina
Maria Luíza
Grupo 08: Marcelo / Data: 22/11/2011
Gustavo
Lauro
Vinícius
Rafael
Grupo 09: João Pedro / Data: 22/11/2011
Paulo Henrique
Lucas Silva
Gabriel


Qualquer coisa, me avisem em : galeradageografia@hotmail.com

domingo, 2 de outubro de 2011

Colégio Pitágoras Meta - 3º ano - Específica para o vestibular Brasil e suas principais características

Brasil: características físicas e econômicas

Regionalizações:
Região Geoeconômica:


Além da divisão regional brasileira composta por cinco macrorregiões (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste), existe outra divisão do território nacional (ainda não oficial). Essa outra proposta de regionalização tem como critérios os aspectos naturais e, principalmente, socioeconômicos, são as chamadas regiões geoeconômicas do Brasil.
               Essa divisão estabelece três regiões geoeconômicas – a Amazônia, o Nordeste e o Centro-Sul. Os estados que integram essas regiões apresentam várias características em comum, no entanto, é necessário ressaltar que não há homogeneidade, sendo que cada unidade apresenta peculiaridades socioeconômicas.
              Conforme essa proposta de regionalização do território brasileiro, o norte de Minas Gerais faz parte do complexo regional nordestino, o extremo sul do Mato Grosso pertence à região Centro-Sul e o restante do seu território faz parte da região da Amazônia, a porção oeste do Maranhão integra-se à Amazônia, e o extremo sul do Tocantins pertence à região Centro-Sul.

1 – Amazônia
Compreende toda a extensão da floresta Amazônica localizada em território brasileiro. Integrada por todos os estados da região Norte, além do Mato Grosso (exceto sua porção sul) e oeste do Maranhão. É uma região que apresenta baixa densidade demográfica. As atividades econômicas desenvolvidas são: a agropecuária, que constitui o setor econômico mais importante, extrativismo vegetal, mineração e o setor industrial, com destaque para a zona industrial de Manaus.

2 – Centro-Sul
O complexo regional do Centro-Sul corresponde a quase um terço do território nacional, compreende aos estados das regiões Sul e Sudeste (exceto o extremo norte de Minas Gerais), ao estado de Goiás, Mato Grosso do Sul, extremo sul do Mato Grosso e extremo sul do Tocantins. É o complexo regional mais desenvolvido economicamente, abriga a maior parte do parque industrial, das áreas de atividades agrícolas mais modernas, dos bancos, mercados de capitais, empresas transnacionais, comércios e universidades do país. É extremamente urbanizado.

3 – Nordeste
O complexo regional do Nordeste vai desde a porção leste do Maranhão até o norte de Minas Gerais, incluindo todos os estados nordestinos. Abrange cerca de 30% do território nacional. É a região onde ocorreu o processo de povoamento do país. Possui grandes contrastes naturais e socioeconômicos entre as áreas litorâneas, mais urbanizadas, industrializadas e desenvolvidas economicamente, e o interior com predomínio de clima semiárido e grandes problemas sociais.

As principais atividades econômicas desenvolvidas nesse complexo regional são:
              Meio Norte – extrativismo vegetal, agricultura tradicional de algodão, cana de açúcar e arroz. 
              Sertão – pecuária extensiva e de corte, agricultura (milho, feijão e cana de açúcar) e o cultivo irrigado de frutas e flores. Nas áreas litorâneas ocorre a extração de sal. Também há a presença de indústrias (polo têxtil e de confecções).
             Zona da Mata – predominam as grandes propriedades agrícolas que praticam a monocultura canavieira destinada para a exportação do açúcar. Além da cana, ocorre o cultivo do cacau e do fumo. Destaca-se também a produção de sal marinho, principalmente no Rio Grande do Norte.
            Agreste – a principal atividade econômica nos trechos mais secos do agreste é a pecuária extensiva; nos trechos mais úmidos é a agricultura de subsistência e a pecuária leiteira.

Região Oficial ou do IBGE:

O território do Brasil já passou por diversas divisões regionais. A primeira proposta de regionalização foi realizada em 1913, e depois dela outras propostas surgiram, tentando adaptar a divisão regional às características econômicas, culturais, físicas e sociais dos Estados. A regionalização atual é de 1970, adaptada em 1990, em razão das alterações da Constituição de 1988. O órgão responsável pela divisão regional do Brasil é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Veja o processo brasileiro de regionalização: 
1913
                                                                  Divisão regional de 1913

A primeira proposta de divisão regional do Brasil surgiu em 1913, para ser utilizada no ensino de geografia. Os critérios utilizados para esse processo foram apenas aspectos físicos – clima, vegetação e relevo. Dividia o país em cinco regiões: Setentrional, Norte Oriental, Oriental, Meridional.

1940
           Em 1940, o IBGE elaborou uma nova proposta de divisão para o país que, além dos aspectos físicos, levou em consideração aspectos socioeconômicos. A região Norte era composta pelos Estados de Amazonas, Pará, Maranhão e Piauí e o território do Acre. Goiás e Mato Grosso formavam com Minas Gerais a região Centro. Bahia, Sergipe e Espírito Santo formavam a região Leste. O Nordeste era composto por Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e Alagoas. Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro pertenciam à região Sul.

1945
Divisão regional de 1945

Conforme a divisão regional de 1945, o Brasil possuía sete regiões: Norte, Nordeste Ocidental, Nordeste Oriental, Centro-Oeste, Leste Setentrional, Leste Meridional e Sul. Na porção norte do Amazonas foi criado o território de Rio Branco, atual Estado de Roraima; no norte do Pará foi criado o Estado do Amapá. Mato Grosso perdeu uma porção a noroeste (batizado como território de Guaporé) e outra ao sul (chamado território de Ponta Porã). No Sul, Paraná e Santa Catariana foram cortados a oeste e o território de Iguaçu foi criado.

1950
           Os territórios de Ponta Porã e Iguaçu foram extintos e os Estados do Maranhão e do Piauí passaram a integrar a região Nordeste. Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro formavam a região Leste. Em 1960, Brasília foi criada, e o Distrito Federal, capital do país, foi transferido do Sudeste para o Centro-Oeste. Em 1962, o Acre se tornou Estado autônomo e o território de Rio Branco ganhou o nome de Roraima.

1970
           Em 1970 o Brasil ganhou o desenho regional atual. Nasceu o Sudeste, com São Paulo e Rio de Janeiro sendo agrupados a Minas Gerais e Espírito Santo. O Nordeste recebeu Bahia e Sergipe. Todo o território de Goiás, ainda não dividido, pertencia ao Centro-Oeste. Mato Grosso foi dividido alguns anos depois, dando origem ao estado de Mato Grosso do Sul.
Divisão regional atual

1990
              Com as mudanças da Constituição de 1988, ficou definida a divisão brasileira que permanece até os dias atuais. O Estado do Tocantins foi criado a partir da divisão de Goiás e incorporado à região Norte; Roraima, Amapá e Rondônia se tornaram Estados autônomos; Fernando de Noronha deixou de ser federal e foi incorporado a Pernambuco.

Podemos considerar o Brasil como um continente? Porque isso se dá?

Brasil, um país de dimensão continental.

O Brasil possui um território de dimensões continentais com uma área de 8.547.403 quilômetros quadrados, dessa forma, é o terceiro em extensão territorial nas Américas, além disso, recentemente vêm apresentando elevados crescimentos econômicos, se enquadrando entre as principais nesse seguimento.
           O território brasileiro representa 47% de toda terra emersa da América do Sul e 50% da população. Geograficamente, o Brasil está situado em um ponto privilegiado, na América do Sul o país é considerado uma potência, hoje se destaca no campo político e econômico desse continente. O país confronta fronteira com grande parte dos países sul-americanos, salvo o Chile e o Equador, esse fator facilita as negociações comercias e o fluxo de capitais e mercadorias.
           Para o estabelecimento das fronteiras atuais foram necessários diversos acordos e tratados, os limites territoriais têm como objetivo indicar onde termina um país e inicia outro. Para delimitar é preciso utilizar linhas imaginárias que muitas vezes são marcadas por acidentes geográficos ou naturais (montanhas, rios), e também existem aqueles criados pelo homem, são construídos marcos para delimitar territórios. Esses são divididos não somente em terra, mas também no oceano, no espaço aéreo e no subsolo.
           Quanto à extensão do território podemos analisar as extremidades do país de norte a sul e leste a oeste, no primeiro caso do Monte Caburaí (Roraima) ao Arroio Chuí (Rio Grande do Sul) são registrados 4.395 quilômetros, já no segundo, da Serra da Contamana (Acre) à Ponta do Seixas (Paraíba) resulta em 4.320 quilômetros.
          O Brasil não apresenta grandes desertos ou regiões geladas que possam impedir a ocupação do território como um todo, os inconvenientes existentes são provocados pela seca ou por enchentes, no entanto, isso poderia ser facilmente superado se houvesse um planejamento e vontade política para prevenir todos os possíveis acidentes decorridos de acontecimentos climáticos.