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Esse blog tem por finalidade dar continuidade aos assuntos ministrados em sala de aula, através de conteúdos complementares.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Colégio Pitágoras Meta - Data dos trabalhos do 4º bimestre
Grupo - 1º ano A |
Grupo 01: Ellen / Data: 03/11/2011 |
Diego |
Lucas |
Whatson |
Frederico |
Grupo 02: Ana Carolina / Data: 03/11/2011 |
Avelino |
Mateus Martins |
Matheus Rocha |
Nelson |
Grupo 03: Eunice / Data: 10/11/2011 |
Guilherme |
Gabrielly |
João Gabriel |
Grupo 04: Leandro / Data: 10/11/2011 |
Gustavo Vieira |
Michael |
Thiago Felipe |
Grupo 05: Gabriel H. / Data: 17/11/2011 |
Mateus Popinha |
Gabriel Gomes |
Ricardo |
Grupo 06: Evelyn / Data: 17/11/2011 |
Ana Luísa |
Charles |
Aurélio |
Gustavo Silva |
Grupo 07: Igor / Data: 17/11/2011 |
Felipe |
Gabriela |
Jhennifer |
Rantiele |
Grupo - 1º ano B |
Grupo 01: Omar / Data: 25/10/2011 |
Wellington |
João Pedro |
Willy |
Grupo 02: Guilherme / Data: 01/11/2011 |
Amanda Aguiar |
Lorrayne |
Renato |
Grupo 03: Alanna / Data: 01/11/2011 |
Larissa |
Rayane |
Ana Cristina |
Grupo 04: Rhuan / Data: 08/11/2011 |
João Gabriel |
Bruno |
Lucas Cavalcante |
Grupo 05: Melissa / Data: 08/11/2011 |
Mariane |
Marcela |
Talles |
Grupo 06: Nathália Porto / Data: 17/11/2011 (Quinta-Feira) |
Isabela Cristina |
Talita |
Gabriela |
Andresa |
Grupo 07: Nathália Almeida / Data: 17/11/2011 (Quinta-Feira) |
Nathalia Vigilato |
Kelly da Silva |
Thaís Borges |
Grupo 08: Maria Raquel / Data: 22/11/2011 |
Tamí |
Ricardo |
Luana |
Grupo 09: Kevin / Data: 22/11/2011 |
Lucas Fernandes |
Pedro Víctor |
Igor |
Grupo - 2º ano A |
Grupo 01: Aline Magalhães / Data: 03/11/2011 |
Luciana |
Paulo Henrique |
João Pedro |
Grupo 02: Isabelle Prudêncio / Data: 03/11/2011 |
Ariane |
Lanny |
Brenda |
Gabriel |
Grupo 03: Matheus / Data: 10/11/2011 |
Santiago |
Lucas Magno |
Aline Borges |
Grupo 04: Kairo Hitler / Data: 10/11/2011 |
Gustavo Cardoso |
Guilherme |
Lucas Moreira |
Grupo 05: Pâmella Alice / Data: 17/11/2011 |
Talita Gabriele |
Jhennifer Cristiny |
Jheniffer Karen |
Grupo 06: Letícia Rodrigues / Data: 17/11/2011 |
Gabriella Marques |
Izabella Cristina |
Lucas Américo |
Grupo 07: Gabriella Correia / Data: 22/11/2011 (período vespertino) |
Janaína Ramos |
Letícia Diniz |
Thaynná Ultra |
Grupo 08: Caique Alexandre / Data: 22/11/2011 (período vespertino) |
Gabriela Casadinho |
Jordana |
Sthefány |
Grupo 09: Geovany / Data: 22/11/2011 (período vespertino) |
Hugo |
Diogo |
Grupo - 2º ano B |
Grupo 01: Guilherme / Data: 01/11/2011 |
Michelle |
Arthur |
Paola |
Grupo 02: Julia / Data: 01/11/2011 |
Giselle |
Julyana |
Maressa |
Ana Paula |
Grupo 03: Patrícia / Data: 08/11/2011 |
Rayssa |
Sarah |
Paula |
Grupo 04: Osni / Data: 08/11/2011 |
Aryelle |
Maurílio |
Dyogo |
Grupo 05: Roberta / Data: 17/11/2011 (Quinta-Feira) |
Gabriella |
Pâmella |
Jairo |
Grupo 06: Suzana / Data: 17/11/2011 (Quinta-Feira) |
Rafael Vinícius |
Lorraine Alves |
Brisa |
Grupo 07: Chrislyenne / Data: 22/11/2011 |
Mateus |
Lohany Cristina |
Maria Luíza |
Grupo 08: Marcelo / Data: 22/11/2011 |
Gustavo |
Lauro |
Vinícius |
Rafael |
Grupo 09: João Pedro / Data: 22/11/2011 |
Paulo Henrique |
Lucas Silva |
Gabriel Qualquer coisa, me avisem em : galeradageografia@hotmail.com |
domingo, 2 de outubro de 2011
Colégio Pitágoras Meta - 3º ano - Específica para o vestibular Brasil e suas principais características
Brasil: características físicas e econômicas
Regionalizações:
Região Geoeconômica:
Além da divisão regional brasileira composta por cinco macrorregiões (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste), existe outra divisão do território nacional (ainda não oficial). Essa outra proposta de regionalização tem como critérios os aspectos naturais e, principalmente, socioeconômicos, são as chamadas regiões geoeconômicas do Brasil.
Essa divisão estabelece três regiões geoeconômicas – a Amazônia, o Nordeste e o Centro-Sul. Os estados que integram essas regiões apresentam várias características em comum, no entanto, é necessário ressaltar que não há homogeneidade, sendo que cada unidade apresenta peculiaridades socioeconômicas.
Conforme essa proposta de regionalização do território brasileiro, o norte de Minas Gerais faz parte do complexo regional nordestino, o extremo sul do Mato Grosso pertence à região Centro-Sul e o restante do seu território faz parte da região da Amazônia, a porção oeste do Maranhão integra-se à Amazônia, e o extremo sul do Tocantins pertence à região Centro-Sul.
1 – Amazônia
Compreende toda a extensão da floresta Amazônica localizada em território brasileiro. Integrada por todos os estados da região Norte, além do Mato Grosso (exceto sua porção sul) e oeste do Maranhão. É uma região que apresenta baixa densidade demográfica. As atividades econômicas desenvolvidas são: a agropecuária, que constitui o setor econômico mais importante, extrativismo vegetal, mineração e o setor industrial, com destaque para a zona industrial de Manaus.
2 – Centro-Sul
O complexo regional do Centro-Sul corresponde a quase um terço do território nacional, compreende aos estados das regiões Sul e Sudeste (exceto o extremo norte de Minas Gerais), ao estado de Goiás, Mato Grosso do Sul, extremo sul do Mato Grosso e extremo sul do Tocantins. É o complexo regional mais desenvolvido economicamente, abriga a maior parte do parque industrial, das áreas de atividades agrícolas mais modernas, dos bancos, mercados de capitais, empresas transnacionais, comércios e universidades do país. É extremamente urbanizado.
3 – Nordeste
O complexo regional do Nordeste vai desde a porção leste do Maranhão até o norte de Minas Gerais, incluindo todos os estados nordestinos. Abrange cerca de 30% do território nacional. É a região onde ocorreu o processo de povoamento do país. Possui grandes contrastes naturais e socioeconômicos entre as áreas litorâneas, mais urbanizadas, industrializadas e desenvolvidas economicamente, e o interior com predomínio de clima semiárido e grandes problemas sociais.
As principais atividades econômicas desenvolvidas nesse complexo regional são:
Meio Norte – extrativismo vegetal, agricultura tradicional de algodão, cana de açúcar e arroz.
Essa divisão estabelece três regiões geoeconômicas – a Amazônia, o Nordeste e o Centro-Sul. Os estados que integram essas regiões apresentam várias características em comum, no entanto, é necessário ressaltar que não há homogeneidade, sendo que cada unidade apresenta peculiaridades socioeconômicas.
Conforme essa proposta de regionalização do território brasileiro, o norte de Minas Gerais faz parte do complexo regional nordestino, o extremo sul do Mato Grosso pertence à região Centro-Sul e o restante do seu território faz parte da região da Amazônia, a porção oeste do Maranhão integra-se à Amazônia, e o extremo sul do Tocantins pertence à região Centro-Sul.
1 – Amazônia
Compreende toda a extensão da floresta Amazônica localizada em território brasileiro. Integrada por todos os estados da região Norte, além do Mato Grosso (exceto sua porção sul) e oeste do Maranhão. É uma região que apresenta baixa densidade demográfica. As atividades econômicas desenvolvidas são: a agropecuária, que constitui o setor econômico mais importante, extrativismo vegetal, mineração e o setor industrial, com destaque para a zona industrial de Manaus.
2 – Centro-Sul
O complexo regional do Centro-Sul corresponde a quase um terço do território nacional, compreende aos estados das regiões Sul e Sudeste (exceto o extremo norte de Minas Gerais), ao estado de Goiás, Mato Grosso do Sul, extremo sul do Mato Grosso e extremo sul do Tocantins. É o complexo regional mais desenvolvido economicamente, abriga a maior parte do parque industrial, das áreas de atividades agrícolas mais modernas, dos bancos, mercados de capitais, empresas transnacionais, comércios e universidades do país. É extremamente urbanizado.
3 – Nordeste
O complexo regional do Nordeste vai desde a porção leste do Maranhão até o norte de Minas Gerais, incluindo todos os estados nordestinos. Abrange cerca de 30% do território nacional. É a região onde ocorreu o processo de povoamento do país. Possui grandes contrastes naturais e socioeconômicos entre as áreas litorâneas, mais urbanizadas, industrializadas e desenvolvidas economicamente, e o interior com predomínio de clima semiárido e grandes problemas sociais.
As principais atividades econômicas desenvolvidas nesse complexo regional são:
Meio Norte – extrativismo vegetal, agricultura tradicional de algodão, cana de açúcar e arroz.
Sertão – pecuária extensiva e de corte, agricultura (milho, feijão e cana de açúcar) e o cultivo irrigado de frutas e flores. Nas áreas litorâneas ocorre a extração de sal. Também há a presença de indústrias (polo têxtil e de confecções).
Zona da Mata – predominam as grandes propriedades agrícolas que praticam a monocultura canavieira destinada para a exportação do açúcar. Além da cana, ocorre o cultivo do cacau e do fumo. Destaca-se também a produção de sal marinho, principalmente no Rio Grande do Norte.
Agreste – a principal atividade econômica nos trechos mais secos do agreste é a pecuária extensiva; nos trechos mais úmidos é a agricultura de subsistência e a pecuária leiteira.
Zona da Mata – predominam as grandes propriedades agrícolas que praticam a monocultura canavieira destinada para a exportação do açúcar. Além da cana, ocorre o cultivo do cacau e do fumo. Destaca-se também a produção de sal marinho, principalmente no Rio Grande do Norte.
Agreste – a principal atividade econômica nos trechos mais secos do agreste é a pecuária extensiva; nos trechos mais úmidos é a agricultura de subsistência e a pecuária leiteira.
Região Oficial ou do IBGE:
O território do Brasil já passou por diversas divisões regionais. A primeira proposta de regionalização foi realizada em 1913, e depois dela outras propostas surgiram, tentando adaptar a divisão regional às características econômicas, culturais, físicas e sociais dos Estados. A regionalização atual é de 1970, adaptada em 1990, em razão das alterações da Constituição de 1988. O órgão responsável pela divisão regional do Brasil é o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Veja o processo brasileiro de regionalização:
Veja o processo brasileiro de regionalização:
1913
A primeira proposta de divisão regional do Brasil surgiu em 1913, para ser utilizada no ensino de geografia. Os critérios utilizados para esse processo foram apenas aspectos físicos – clima, vegetação e relevo. Dividia o país em cinco regiões: Setentrional, Norte Oriental, Oriental, Meridional.
1940
Em 1940, o IBGE elaborou uma nova proposta de divisão para o país que, além dos aspectos físicos, levou em consideração aspectos socioeconômicos. A região Norte era composta pelos Estados de Amazonas, Pará, Maranhão e Piauí e o território do Acre. Goiás e Mato Grosso formavam com Minas Gerais a região Centro. Bahia, Sergipe e Espírito Santo formavam a região Leste. O Nordeste era composto por Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e Alagoas. Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro pertenciam à região Sul.
1945
1940
Em 1940, o IBGE elaborou uma nova proposta de divisão para o país que, além dos aspectos físicos, levou em consideração aspectos socioeconômicos. A região Norte era composta pelos Estados de Amazonas, Pará, Maranhão e Piauí e o território do Acre. Goiás e Mato Grosso formavam com Minas Gerais a região Centro. Bahia, Sergipe e Espírito Santo formavam a região Leste. O Nordeste era composto por Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba e Alagoas. Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro pertenciam à região Sul.
1945
Divisão regional de 1945
Conforme a divisão regional de 1945, o Brasil possuía sete regiões: Norte, Nordeste Ocidental, Nordeste Oriental, Centro-Oeste, Leste Setentrional, Leste Meridional e Sul. Na porção norte do Amazonas foi criado o território de Rio Branco, atual Estado de Roraima; no norte do Pará foi criado o Estado do Amapá. Mato Grosso perdeu uma porção a noroeste (batizado como território de Guaporé) e outra ao sul (chamado território de Ponta Porã). No Sul, Paraná e Santa Catariana foram cortados a oeste e o território de Iguaçu foi criado.
1950
Os territórios de Ponta Porã e Iguaçu foram extintos e os Estados do Maranhão e do Piauí passaram a integrar a região Nordeste. Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro formavam a região Leste. Em 1960, Brasília foi criada, e o Distrito Federal, capital do país, foi transferido do Sudeste para o Centro-Oeste. Em 1962, o Acre se tornou Estado autônomo e o território de Rio Branco ganhou o nome de Roraima.
1970
Em 1970 o Brasil ganhou o desenho regional atual. Nasceu o Sudeste, com São Paulo e Rio de Janeiro sendo agrupados a Minas Gerais e Espírito Santo. O Nordeste recebeu Bahia e Sergipe. Todo o território de Goiás, ainda não dividido, pertencia ao Centro-Oeste. Mato Grosso foi dividido alguns anos depois, dando origem ao estado de Mato Grosso do Sul.
1950
Os territórios de Ponta Porã e Iguaçu foram extintos e os Estados do Maranhão e do Piauí passaram a integrar a região Nordeste. Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro formavam a região Leste. Em 1960, Brasília foi criada, e o Distrito Federal, capital do país, foi transferido do Sudeste para o Centro-Oeste. Em 1962, o Acre se tornou Estado autônomo e o território de Rio Branco ganhou o nome de Roraima.
1970
Em 1970 o Brasil ganhou o desenho regional atual. Nasceu o Sudeste, com São Paulo e Rio de Janeiro sendo agrupados a Minas Gerais e Espírito Santo. O Nordeste recebeu Bahia e Sergipe. Todo o território de Goiás, ainda não dividido, pertencia ao Centro-Oeste. Mato Grosso foi dividido alguns anos depois, dando origem ao estado de Mato Grosso do Sul.
Divisão regional atual
1990
Com as mudanças da Constituição de 1988, ficou definida a divisão brasileira que permanece até os dias atuais. O Estado do Tocantins foi criado a partir da divisão de Goiás e incorporado à região Norte; Roraima, Amapá e Rondônia se tornaram Estados autônomos; Fernando de Noronha deixou de ser federal e foi incorporado a Pernambuco.
Com as mudanças da Constituição de 1988, ficou definida a divisão brasileira que permanece até os dias atuais. O Estado do Tocantins foi criado a partir da divisão de Goiás e incorporado à região Norte; Roraima, Amapá e Rondônia se tornaram Estados autônomos; Fernando de Noronha deixou de ser federal e foi incorporado a Pernambuco.
Podemos considerar o Brasil como um continente? Porque isso se dá?
Brasil, um país de dimensão continental.
O Brasil possui um território de dimensões continentais com uma área de 8.547.403 quilômetros quadrados, dessa forma, é o terceiro em extensão territorial nas Américas, além disso, recentemente vêm apresentando elevados crescimentos econômicos, se enquadrando entre as principais nesse seguimento.
O território brasileiro representa 47% de toda terra emersa da América do Sul e 50% da população. Geograficamente, o Brasil está situado em um ponto privilegiado, na América do Sul o país é considerado uma potência, hoje se destaca no campo político e econômico desse continente. O país confronta fronteira com grande parte dos países sul-americanos, salvo o Chile e o Equador, esse fator facilita as negociações comercias e o fluxo de capitais e mercadorias.
Para o estabelecimento das fronteiras atuais foram necessários diversos acordos e tratados, os limites territoriais têm como objetivo indicar onde termina um país e inicia outro. Para delimitar é preciso utilizar linhas imaginárias que muitas vezes são marcadas por acidentes geográficos ou naturais (montanhas, rios), e também existem aqueles criados pelo homem, são construídos marcos para delimitar territórios. Esses são divididos não somente em terra, mas também no oceano, no espaço aéreo e no subsolo.
Quanto à extensão do território podemos analisar as extremidades do país de norte a sul e leste a oeste, no primeiro caso do Monte Caburaí (Roraima) ao Arroio Chuí (Rio Grande do Sul) são registrados4.395 quilômetros , já no segundo, da Serra da Contamana (Acre) à Ponta do Seixas (Paraíba) resulta em 4.320 quilômetros .
O Brasil não apresenta grandes desertos ou regiões geladas que possam impedir a ocupação do território como um todo, os inconvenientes existentes são provocados pela seca ou por enchentes, no entanto, isso poderia ser facilmente superado se houvesse um planejamento e vontade política para prevenir todos os possíveis acidentes decorridos de acontecimentos climáticos.
O território brasileiro representa 47% de toda terra emersa da América do Sul e 50% da população. Geograficamente, o Brasil está situado em um ponto privilegiado, na América do Sul o país é considerado uma potência, hoje se destaca no campo político e econômico desse continente. O país confronta fronteira com grande parte dos países sul-americanos, salvo o Chile e o Equador, esse fator facilita as negociações comercias e o fluxo de capitais e mercadorias.
Para o estabelecimento das fronteiras atuais foram necessários diversos acordos e tratados, os limites territoriais têm como objetivo indicar onde termina um país e inicia outro. Para delimitar é preciso utilizar linhas imaginárias que muitas vezes são marcadas por acidentes geográficos ou naturais (montanhas, rios), e também existem aqueles criados pelo homem, são construídos marcos para delimitar territórios. Esses são divididos não somente em terra, mas também no oceano, no espaço aéreo e no subsolo.
Quanto à extensão do território podemos analisar as extremidades do país de norte a sul e leste a oeste, no primeiro caso do Monte Caburaí (Roraima) ao Arroio Chuí (Rio Grande do Sul) são registrados
O Brasil não apresenta grandes desertos ou regiões geladas que possam impedir a ocupação do território como um todo, os inconvenientes existentes são provocados pela seca ou por enchentes, no entanto, isso poderia ser facilmente superado se houvesse um planejamento e vontade política para prevenir todos os possíveis acidentes decorridos de acontecimentos climáticos.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Colégio Pitágoras Meta - 3º ano - Específica para os vestibulares
Crise econômica mundial 2008/2011, Questões políticas envolvendo a Líbia e "Farras em Brasília" ![]() |
██ Países em recessão oficial (dois trimestres consecutivos) ██ Países em recessão não-oficial (um trimestre) ██ Países com desaceleração econômica de mais de 1,0% ██ Países com desaceleração econômica de mais de 0,5% ██ Países com desaceleração econômica de mais de 0,1% ██ Países com aceleração econômica (Entre 2007 e 2008, como estimativas de dezembro de 2008 pelo Fundo Monetário Internacional)██ N/A Localização geográfica da Líbia Banco Mundial diz estar pronto para retomar cooperação com a Líbia O Banco Mundial anunciou nesta segunda-feira (22/08) que está monitorando a situação polícia na Líbia e está pronto a retomar a colaboração com o país no provável futuro pós-Muammar Kadhafi. "Guiado por nossos sócios, o banco vai reatar com a Líbia logo que possível para ajudarmos na recuperação do país", disse o banco em comunicado. A instituição de apoio ao desenvolvimento econômico disse que não tem funcionários na Líbia e que está monitorando a situação econômica na região em coordenação com a ONU. Os rebeldes líbios chegaram neste domingo à capital, Trípoli, após mais de seis meses de combates com as forças leais ao coronel. Dilma e a crise dos ministériosAté que enfim, falando sério. De fato, esse governo está enfrentando uma crise política séria. Mas vamos combinar que toda essa estrutura já estava montada desde 2003 e foi a que elegeu o antecessor da Dilma. Temos algumas especulações: 1) Por que, Dilma que é herdeira de todo esse esquema vindo do seu antecessor, resolver ter esse surto ético, moralista? 2) Ela não sabia que fazendo essa faxina, iria desestabilizar o seu governo? 3) Se sabia, porque iniciou essa faxina moralista? Para se cacifar e dizer que é ética e ganhar o apoio popular? Para se desvencilhar de uma vez por todas do seu Criador, sim porque ela sabe que esse esquema é fruto ou resultado dos 8 anos anteriores (e que ela tinha conhecimento). 4) Enfim qual é a da Dilma, uma vez que ela é uma simples funcionária do PT e não tem personalidade política própria? 5) Será que seu objetivo é um voo solo? 6) Raciocinando pelo de forma maquiavélica me vem a questão: será que lula “mandou” ela fazer essa faxina, para ela se desestabilizar e assim ele voltar triunfante em 2014? 7) Para não desestabilizar o País, creio que um dos caminhos seria: ela renunciar alegando problemas de saúde, e dar posse à Michel Temer que aí sim apaziguaria tudo e voltaria tudo ao normal, ao esquema antigo. Se o Brasil não tivesse votado em uma desconhecida, não estaríamos correndo agora esse risco de uma instabilidade institucional. http://colunas.epoca.globo.com/paulomoreiraleite/2011/08/12/dilma-e-a-crise-dos-ministerios/ |
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Colégio Pitágoras Meta - 8º ano - Filme: Hotel Ruanda
Galera, segue abaixo o link para vocês assistirem em casa o filme exibido em sala de aula.
Até mais...
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Colégio Pitágoras Meta - 1º ano - Trabalho e matéria de Recuperação Bimestral
Tema: População brasileira e urbanização (matéria da A-2 / 2º bimestre)
Pesquisar os seguintes dados:
Demografia do Brasil, dados, etnias, taxas de natalidade e mortalidade, crescimento populacional e os motivos que levaram o nosso país a uma inversão populacional: primeira metade do século XX predominância da população rural, e após a segunda metade, um crescimento desenfreado da população urbana.
Dados técnicos para elaboração e entrega dos trabalhos:
Folha de papel almaço com pauta e conter capa;
Manuscrito à caneta de cor AZUL ou Preta (NÃO SERÁ ACEITO TRABALHO DIGITADO);
Organização do início ao fim do mesmo, pois este fator, além do conteúdo do trabalho, terá um valor essencial na nota.
Data de entrega: 17/08/2011, no dia da aula de recuperação. NÃO SERÁ ACEITO FORA DESTA DATA.
Folha de papel almaço com pauta e conter capa;
Manuscrito à caneta de cor AZUL ou Preta (NÃO SERÁ ACEITO TRABALHO DIGITADO);
Organização do início ao fim do mesmo, pois este fator, além do conteúdo do trabalho, terá um valor essencial na nota.
Data de entrega: 17/08/2011, no dia da aula de recuperação. NÃO SERÁ ACEITO FORA DESTA DATA.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Colégio Pitágoras Meta - 3º ano - Atividade avaliativa
http://g1.globo.com/videos/globo-news/cidades-e-solucoes/v/brasileiro-converte-carro-com-motor-a-combustao-para-um-veiculo-eletrico/1578546/#/programas/page/1
Após a exibição do vídeo, faça um relatório apontando os principais motivos que estão levando o Brasil em não investir nos automóveis elétricos, e relacionar porque grandes potências econômicas, como Japão e Estados Unidos já trabalham com essa tecnologia. Entregar dia 18/08 (Quinta-Feira).
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Colégio Pitágoras Meta - 8º ano - Revisão para N-2
Atualmente, os ecossistemas estão cada dia mais devastados. Na América do Sul (Amazônia), América Central, África (porção central) e outras regiões já sofrem com a ação do ser humano.
Os meios tecnológicos, os altos índices de consumo, aliados a falta de inteligência humana são os meios de maior impacto ambiental. A tendência é que a cada dia, esses meios aumentem suas produções e quem mais sofre com isso é o meio ambiente.
Em vários lugares do planeta já existem regiões que estão seriamente ameaçadas pelos problemas ambientais, são os chamados “hotspots” (que numa tradução livre do inglês pode significar ponto quente, ponto de acesso ou ponto de extensão, pode referir-se a várias áreas). Os atuais hotspots do nosso país são: Mata Atlântica e o nosso querido e já todo destruído Cerrado.
Em relação aos aspectos hídricos, veja a imagem:
De acordo com as apresentações dos grupos, os recursos hídricos potáveis estão escassos. A maior reserva de água doce potável encontra-se na America do Sul, mais precisamente no nosso país. E o que a população e o governo está fazendo para amenizar os impactos de poluição das águas? Absolutamente nada!
O Aquífero Guarani compreende, alem do nosso pai, também a Argentina, Uruguai e Paraguai. Além de ser importante para nosso país, é extremamente importante para os outros países que faz parte.
ATENÇÃO: Estudar para a avaliação A-2 de Geografia do dia 28/06: Capítulo 2 – O espaço físico mundial: transformação e apropriação, da página 49 à 67. Bons estudos!
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