terça-feira, 17 de abril de 2012

Colégio Shallon - Trabalhos - 7º e 8º ano


Alteração nas datas das apresentações!!!
Tema: Redes Sociais e suas influências na atual sociedade: Pontos positivos e negativos. Não se esqueça de relacionar o trabalho com a Geografia.

Trabalho manuscrito (caneta AZUL ou PRETA tradicional) por um ou mais integrantes do grupo e apresentação com todos do grupo para o restante da sala.

  • O trabalho deverá conter os pontos positivos e negativos do uso das redes sociais, bem como outros aspectos relevantes;
  • O mesmo dispensa a reunião dos integrantes dos grupos, tanto dentro ou fora das dependências do colégio, pois poderá ser realizado utilizando as mesmas redes sociais em questão;
  • Grupos de 3 a 6 integrantes (nada mais, nada menos!) Qualquer outra possibilidade também não será aceita;
  • Valor: 3,0 pontos (ou mais...) na nota do 2º bimestre;
  • Datas das apresentações: 07/05 (segunda-feira), 09/05 (quarta-feira) e 11/05 (sexta-feira) nos horários das aulas nas respectivas turmas! O trabalho escrito deverá ser entregue nesta segunda-feira, dia 07/05.


Quaisquer dúvidas entrem em contato comigo nos seguintes endereços:

e-mail: galeradageografia@hotmail.com
Skype: hudson_portugal

Bom trabalho a todos!!!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Colégio Shallon - 6º ano - Plano de tarefas

Utilize as informações do módulo 1
1) O que significa o termo paisagem? Explique.

2) É correto afirmar que todos os lugares do mundo são iguais? Por que isso acontece? Explique.

3) Diferencie:

a) Paisagem natural
b) Paisagem cultural

Colégio Shallon - 7º ano - Plano de tarefas

Utilize as informações do módulo 1
1) Por que podemos afirmar que o Brasil possui tantas culturas diferentes? Comente.

2) É correto afirmar que em diferentes lugares, existem diferentes modos de vida? Por que isso acontece? Relate.

3) Analise a imagem e faça o que se pede.

Escolha três estados e apresente suas principais características culturais.

Colégio Shallon - 8º ano - Plano de tarefas

Utilize as informações do módulo 1
1) Qual o significado da palavra continente? Atualmente, quantos continentes formam o relevo terrestre? Quais são eles?

2) Por os continentes estão constantemente se distanciando uns dos outros? Explique.

3) O que podemos identificar como sendo a Deriva Continental?

4) o que são Placas tectônicas? Comente. 

domingo, 29 de janeiro de 2012

Colégio Shallon - 6º ano - IBGE e seu site interativo!

Acesse o link abaixo e navegue pelo site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas - IBGE.










Colégio Shallon - 7º ano - Brasil e urbanização


Urbanização
Urbanização é o processo de tornar uma área urbana e retirar todas as características silvestres e rurais, inserindo características, instalações e infra-estrutura de uma cidade (ruas, avenidas, rede de esgoto, rede elétrica, edificações, serviço urbano, etc.). A urbanização é um processo que instaura uma cidade por meio da demanda populacional, comercial e do desenvolvimento tecnológico.
Trata-se da redistribuição demográfica, de populações e localidade antes rural, em assentamentos urbanos. A urbanização também é entendida pela expansão de uma cidade.
Tradicionalmente, esse termo refere-se ao deslocamento de um grupo de pessoas que deixam uma área rural para viver em centros urbanos. Um estado ou país é considerado urbano, quando a maior parte de sua população vive nas cidades, estando a menor parcela da população no campo.
O atual fenômeno da urbanização no mundo, grande gerador de disparidades sociais e favelização, principalmente em países emergentes e subdesenvolvidos, é tema de estudo na área da sociologia, antropologia, geografia e economia. O planejamento das cidades e controle da urbanização é responsabilidade do urbanismo, do planejamento urbano, do planejamento da paisagem, do desenho urbano e da geografia.

Urbanização no Brasil
Podemos afirmar que o Brasil, hoje, é um país urbanizado. Com a saída de pessoas do campo em direção às cidades, os índices de população urbana vêm aumentando sistematicamente em todo o país. A partir da década de 60, as cidades passaram por um processo de dispersão espacial, à medida que novas porções do território foram sendo apropriadas pelas atividades agropecuárias.
 É considerável o numero de pessoas que trabalham em atividades rurais e residem nas cidades. As greves dos trabalhadores bóias-frias acontecem nas cidades, o lugar onde moram. São inúmeras as cidades que nasceram e cresceram em áreas do país que tem a agroindústria como impulso das atividades econômicas secundárias e terciárias.
 Em virtude da modernização do campo, assiste-se a uma verdadeira expulsão dos pobres, que encontram nas grandes cidades seu único refúgio. Como as indústrias absorvem cada vez menos mão-de-obra e o setor terciário apresentam um lado moderno, que exige qualificação profissional, a urbanização brasileira vem caminhando lado a lado com o aumento da pobreza e a deterioração crescente das possibilidades de vida digna aos novos cidadãos urbanos.

Formação territorial do Brasil

O território do Brasil ocupa uma área de 8 514 876 Km². Em virtude da extensão territorial, o Brasil é considerado um país continental por ocupar grande parte do continente da América do Sul. O país se encontra em quinto lugar em tamanho de território.         
A população brasileira está irregularmente distribuída, pois grande parte da população habita em região litorânea do território, onde se encontram as maiores cidades do país. Isso nada mais é do que herança histórica, a forma com que o Brasil foi povoado, os primeiros núcleos urbanos surgiram no litoral.    
              Até o século XVI o Brasil possuía apenas a área estabelecida pelo Tratado de Tordesilhas, assinado em 1494 por Portugal e Espanha, tratado que dividia as terras da América do Sul entre Portugal e Espanha.



Atuais divisões regionais do Brasil
Região Oficial ou do IBGE

A divisão do Brasil em regiões, de acordo com características específicas, foi estabelecida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 1970 e de lá para cá sofreu apenas uma modificação, em 1988, quando o Estado do Tocantins foi desmembrado do Estado de Goiás e passou a integrar a região norte.
 Os vinte e seis Estados da Federação e o Distrito Federal foram agrupados de acordo com características que variam desde o clima, que é a característica mais marcante e facilmente perceptível, até a forma de colonização. Na região sul, por exemplo, percebe-se claramente a influência de colonos europeus que se estabeleceram predominantemente naquela região.
Este e outros fatores influenciaram não só a característica física das populações de cada região, como também, determinaram a feição cultural e econômica de cada uma delas.
Região Geoeconômica

A divisão oficial do Brasil em cinco regiões foi criada, em 1969, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Mas, antes disso, em 1967, o geógrafo brasileiro Pedro Pinchas Geiger já havia proposto outra divisão regional do país, em três regiões geoeconômicas ou complexos regionais. 
              Ela se baseia no processo histórico de formação do território brasileiro, levando em conta, especialmente, os efeitos da industrialização. Dessa forma, ela busca refletir a realidade do país e compreender seus mais profundos contrastes.      
De acordo com Geiger, são três as regiões geoeconômicas: Amazônia, Centro-Sul e Nordeste.
Essa organização regional favorece a compreensão das relações sociais e políticas do país, pois associa os espaços de acordo com suas semelhanças econômicas, históricas e culturais.

Colégio Shallon - 8 ano - Problemas Ambientais


Apesar do final da Guerra Fria (início da década de 1950 até o início da década de 1990) e da aparentemente afastada possibilidade de uma guerra global termonuclear, outros problemas ainda afligem a humanidade. Alguns são problemas velhos, outros que surgiram recentemente. A questão ambiental do planeta vem se tornando freqüente nas discussões em reuniões internacionais, ao mesmo tempo em que aumenta a certeza de que não é possível dissociar os problemas ambientais dos problemas sociais. Os movimentos de defesa ambiental começam a surgir na década de 70, sucedendo os movimentos pacifistas dos anos 60. Um exemplo nesse sentido é a famosa organização ambientalista Greenpeace. Em 1972 realiza-se a primeira Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento na cidade de Estocolmo, na Suécia. Foi uma conferência com representantes oficiais, desenvolvendo-se paralelamente um evento com organizações não-governamentais (ONGs). Uma de suas conclusões foi a de que o homem possuía o direito a um ambiente equilibrado e saudável e à justiça social. 

Observe abaixo outras conferências sobre o meio ambiente:           

Conferências sobre Meio Ambiente 

*Protocolo de Montreal (1987) – erradicação gradual da produção mundial do CFC

*ECO 92 (RJ) – conservação da biodiversidade e exploração econômica sustentável assinatura da Convenção Climática (reduzir a emissão dos gases que provocam o aquecimento do planeta) e da Convenção da Biodiversidade.           

*Protocolo de Kyoto (1997) – corte de 5,2% na emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa (entre 2008 e 2012) em relação aos índices de 1990. Posteriormente se aceita um abrandamento (“sumidouros” de carbono – florestas capazes de absorver o CO2) em que os países com florestas podem utilizá-las como crédito caso não consigam cumprir sua meta de redução nas emissões de dióxido de carbono. No entanto, os EUA, e recentemente a Austrália, confirmaram que não irão assinar e cumprir os acordos estabelecidos pelo Protocolo de Kyoto.
A ECO 92 foi realizada no Rio de Janeiro e discutiu especialmente o desenvolvimento sustentável e, ao seu lado, o conceito de eco desenvolvimento. A situação é complicada porque envolve aspectos aparentemente contraditórios e sem possibilidades de serem conciliados. Sociedades humanas necessitam do crescimento econômico e do progresso, precisam ter acesso aos recursos do planeta e serem beneficiados por eles. Seus problemas sócio-econômicos precisam ser solucionados. No entanto, a exploração dos recursos do planeta deve ser feita de maneira a não comprometer o meio ambiente. Observe abaixo as medidas necessárias para enfrentar a questão ambiental:

Medidas necessárias: 

*compatibilizar crescimento econômico e proteção ambiental evidentemente não há uma receita pronta para essa questão, mas não se pode pensar apenas no crescimento econômico desenfreado, assim como não é possível se pensar em deixar a natureza intocada.

*promover o eco desenvolvimento explorar os recursos naturais sem promover seu esgotamento, preservando-os para as gerações futuras.   

*resolver o conflito entre o Norte Rico e o Sul Pobre os países ricos do Norte freqüentemente acusam os países pobres do Sul de prejudicarem o meio ambiente pelo despejo de esgoto nas fontes de água sem qualquer tratamento, pelo destino inadequado dado ao lixo e pela destruição das reservas florestais. Tais fatos realmente ocorrem. Enquanto isso, os países pobres do Sul acusam os países ricos do Norte de serem os maiores poluidores do planeta devido ao elevado nível de consumo e desperdício, à grande produção de lixo e à grande emissão de resíduos tóxicos pela queima de combustíveis fósseis. Isso também ocorre. Assim, enquanto ambos se acusam, adiam a aplicação das medidas efetivas de controle e preservação ambiental e transferem um para o outro a responsabilidade pelos cuidados ambientais.   

*estabelecer metas e prazos para redução na emissão de poluentes alguns problemas ambientais requerem uma atuação mais urgente para que não se tornem insolúveis no futuro. Um exemplo são os programas de redução e eliminação do uso do CFC que compromete a camada de ozônio. No entanto, pouco se avançou na questão do efeito estufa não se observando a esperada redução na queima dos combustíveis fósseis.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Somos patriotas nos anos bissextos

               Em 2014 será realizado no nosso país a Copa do Mundo de Futebol. Um evento esportivo em que o mundo aguarda ansiosamente quatro anos para poder vibrar com a seleção de seu país. E no Brasil não é diferente. Nós somos conhecidos como o país do futebol. Durante esse evento, o Brasil para diante as TV’s para torcer por um bom resultado dentro de campo.
            É nesse período que nós temos orgulho de sermos brasileiros. Compramos bandeiras, camisetas verde-amarelo, pintamos ruas e casas, dentre outros. E quando a copa acaba? Será que continuamos com esse espírito patriota? No Brasil isso não acontece, voltamos todos ao nosso velho costume: falar mal do nosso país.
            Em países como os Estados Unidos, por exemplo, a população é extremamente patriota, ou seja, tem realmente um amor ao país. Uma lei sancionada no século passado “obriga” que todo o filme produzido em território estadunidense apareça no mínimo em uma cena, a bandeira nacional. Os cineastas não ficaram preocupados com isso, pois já era comum aparição desse símbolo do poder dos Estados Unidos, pois lá sim, há um verdadeiro amor ao país.
            Em países da Europa, como o caso de Portugal ou Espanha, é comum, na grande maioria das casas, os morados terem bandeiras de seus países guardadas, pois se caso for preciso utilizá-la, lá estará. E isso não foi uma imposição de governo, a própria população teve a consciência que se deve respeito ao país.
            No Brasil, o único período que se possa encontrar uma bandeira nacional nas casas é esses como agora, época de copa do mundo. Portando, devemos levar mais a sério a questão de sermos patriotas. O Brasil precisa de pessoas mais amorosas a si mesmo.

Professor Hudson de Paula,
Geografia. 

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Colégio Pitágoras Meta - Recuperação 1º ano

Responda as questões abaixo em folhas de papel almaço, manuscrito com caneta de cor azul ou preta e contendo capa.
Valor: 4,0

Questionário

1) O que significa a expressão Clusters industriais?

2) O nosso país viveu uma recessão econômica nas décadas de 1980 e 1990. Em meados desta última década, o então ministro da economia, Fernando Henrique Cardoso, no governo de Itamar Franco criou o Plano Real. Mas somente a criação desta nova moeda foi à salvação econômica do Brasil? Explique.

3) Explique como foi a ajuda do FMI e quais foram as suas exigências para o Brasil contrair os empréstimos.

4) Descreva como foi a crise do modelo econômico brasileiro.

5) É correto afirmar que nosso país vive um processo de formação de clusters? Comente e de exemplos.

6) Atualmente, grande parte das empresas brasileiras adotam um modelo de industrialização. Que modelo é este e como ele funciona? Comente.

7) O modelo industrial mundial passou por algumas modificações. Nessas modificações, surgiram quatro modelos que impulsionaram as indústrias no mundo, inclusive no nosso país. Diante isso, relate o nome dessas quatro modalidades industriais.

8) Explique quais foram os principais motivos que levaram a modalidade do Fordismo em não se concretizar no mundo atual.

9) Analise a imagem abaixo e responda a questão:

Em que época o processo industrial brasileiro se iniciou com intensidade e por que a região Sudeste (quase exclusivamente São Paulo) foi a pioneira no recebimento dessas indústrias?

11) Com o início do processo industrial no Brasil, houve-se a necessidade da criação de duas regiões recebedoras: o Centro e a Periferia. Diante isso, diferencie essas regiões.

12) Descrevas quais são os principais problemas urbanos que nosso país sofre atualmente.

13) Explique o que é Rede urbana e Hierarquia urbana

14) O sistema de transportes brasileiro é adequado às suas necessidades e características? Comente.

15) Aponte as principais características dos seguintes sistemas de transportes:
            a) ferroviário
            b) rodoviário
            c) hidroviário

16) Comente as principais características do sistema dutoviário.


Verificar o conteúdo no texto abaixo, no Capítulo 2 (industrialização brasileira), Capítulo 2 (urbanização brasileira) e Capítulo 2 (transportes e comunicação no Brasil), todos do livro 2 (Industrialização)


Capítulo 2 – Industrialização brasileira – Conteúdo complementar

Modelo de industrialização denominado Fordismo:

(O Fordismo foi iniciado nos EUA onde o ritmo da produção é imposto pelas máquinas, o trabalhador faz um consumo de tarefas especializadas e de participar mais do consumo.)
O Fordismo é um modelo de produção em massa idealizado pelo empresário estadunidense Henry Ford (1863-1947), fundador da Ford Motor Company. Esse modelo revolucionou a indústria automobilística a partir de janeiro de 1914, quando introduziu a primeira linha de montagem automatizada. Ford utilizou à risca os princípios de padronização e simplificação de Frederick Taylor e desenvolveu outras técnicas avançadas para a época. Suas fábricas eram totalmente verticalizadas. Ele possuía desde a fábrica de vidros, a plantação de seringueiras, até a siderúrgica.
Ford criou o mercado de massa para os automóveis. Sua obsessão era tornar o automóvel tão barato que todos poderiam comprá-lo, porém mesmo com o barateamento dos custos de produção, o sonho de Henry Ford permaneceu distante da maioria da população.
Uma das principais características do Fordismo foi o aperfeiçoamento da linha de montagem. Os veículos eram montados em esteiras rolantes que movimentavam-se enquanto o operário ficava praticamente parado, realizando uma pequena etapa da produção. Desta forma não era necessária quase nenhuma qualificação dos trabalhadores. Outra característica é a de que o trabalho é entregue ao operário, em vez desse ir buscá-lo, fazendo assim a analogia à eliminação do movimento inútil.

Modelo de industrialização denominado Taylorismo:

Taylorismo ou Administração científica é o modelo de administração desenvolvido pelo engenheiro estadunidense Frederick Taylor (1856-1915), que é considerado o pai da administração científica. Caracteriza-se pela ênfase nas tarefas, objetivando o aumento da eficiência ao nível operacional. É considerado um subcampo da perspectiva administrativa clássica.
O fato mais marcante da vida de Taylor foi o livro que publicou em 1911 "Princípios de Administração Científica" com esse livro ele tenta convencer aos leitores de que o melhor jeito de administrar uma empresa é através de um estudo, de uma ciência. A ideia principal do livro é a racionalização do trabalho que nada mais é que a divisão de funções dos trabalhadores e com isso Taylor critica fortemente a “Administração por incentivo e iniciativa”, que acontece quando um trabalhador por iniciativa própria sugere ao patrão ideias que possam dar lucro a empresa incentivando seu superior a dar-lhe uma recompensa ou uma gratificação pelo esforço demonstrado o que é criticado por Taylor, pois uma vez que se recompensa um subordinado por suas ideias ou atos, tornamo-nos dependentes deles. Taylor acredita na ideia da eficiência e eficácia que é a agilidade e rapidez dos funcionários gerando lucro e ascensão industrial.

Modelo de industrialização denominado Toyotismo:

(Toyotismo é um modo de organização da produção capitalista originário do Japão, resultante da conjuntura desfavorável do país. O toyotismo foi criado na fábrica da Toyota no Japão (dando origem ao nome) após a Segunda Guerra Mundial, este modo de organização produtiva, elaborado pelo japonês Taiichi Ohno e que foi caracterizado como filosofia orgânica da produção industrial (modelo japonês), adquirindo uma projeção global.)
O sistema pode ser teoricamente caracterizado por seis aspectos:
Mecanização flexível, uma dinâmica oposta à rígida automação fordista decorrente da inexistência de escalas que viabilizassem a rigidez. A mecanização flexível consiste em produzir somente o necessário, contrariando o fordismo, que produzia o máximo possível e estocava o excedente. A produção toyotista é flexível à demanda do mercado.
Processo de multifuncionalização de sua mão-de-obra, uma vez que por se basear na mecanização flexível e na produção para mercados muito segmentados, a mão-de-obra não podia ser especializada em funções únicas e restritas como a fordista. Para atingir esse objetivo os japoneses investiram na educação e qualificação de seu povo e o toyotismo, em lugar de avançar na tradicional divisão do trabalho, seguiu também um caminho inverso, incentivando uma atuação voltada para o enriquecimento do trabalho.
Implantação de sistemas de controle de qualidade total, onde através da promoção de palestras de grandes especialistas norte-americanos, difundiu-se um aprimoramento do modelo norte-americano, onde, ao se trabalhar com pequenos lotes e com matérias-primas muito caras, os japoneses de fato buscaram a qualidade total. Se, no sistema fordista de produção em massa, a qualidade era assegurada através de controles amostrais em apenas pontos do processo produtivo, no toyotismo, o controle de qualidade se desenvolve por meio de todos os trabalhadores em todos os pontos do processo produtivo.
Sistema just in time: Esta técnica de produção foi originalmente elaborada nos EUA,no início do século XX, por iniciativa de Henry Ford mas não foi posta em prática. Só no Japão, destruído pela II Guerra Mundial, é que ela encontrou condições favoráveis para ser aplicada pela primeira vez. Em visita às indústrias automobilísticas americanas, na década de 1950, o engenheiro japonês Eiji Toyoda passou alguns meses em Detroit (EUA) para conhecê-las e analisar o sistema dirigido pela linha fordista atual. Seu especialista em produção Taiichi Ohno, iniciou um processo de pesquisa no desenvolvimento de mudanças na produção através de controles estatísticos de processo. Sendo assim, foi feita uma certa sistematização das antigas idéias de Henry Ford e por sua viabilização nessa fábrica de veículos. Surge daí o sistema just in time, que visa envolver a produção como um todo. Seu objetivo é "produzir o necessário, na quantidade necessária e no momento necessário", o que foi vital numa fase de crise econômica onde a disputa pelo mercado exigiu uma produção ágil e diversificada.
Personalização dos produtos: Fabricar o produto de acordo com o gosto do cliente.
Controle visual: Havia alguém responsável por supervisionar as etapas produtivas.

Modelo de industrialização denominado Volvismo:

O volvismo foi criado por Emti Chavanmco engenheiro da Volvo nos anos 60. Nascido na Índia ele se mudou com a família para Suécia por causa da guerra civil que lá acontecia.
Em linhas gerais, a indústria sueca é caracterizada endogenamente altíssima grau de informatização e automação e exogenamente pela forte presença dos sindicatos trabalhistas e mão-de-obra altamente qualificada. 
No caso das fábricas da Volvo, é ainda marcada por um alto grau de experimentalismo, sem o qual talvez não fosse possível ter introduzido tantas mudanças.
O Volvismo surgiu como resultado de várias inovações conjuntamente postas em prática, com a particularidade da participação constante dos trabalhadores. As exigências do mercado competitivo forjaram melhorias, mas o que fez a diferença no caso da Volvo foi claramente características particulares da sociedade sueca. Além dos sindicatos fortes, o alto grau de automação das fábricas no país faz com que desde há tempos os jovens rejeitem serem vistos como “acessórios das máquinas”, como no taylorismo o seriam.
Isso gerou mudanças estruturais: nessa linha, o operário tem um papel completamente diferente daquele que tem no fordismo, e ainda mais importante que no toyotismo: aqui é ele quem dita o ritmo das máquinas, conhece todas as etapas da produção, é constantemente reciclado e participa, através dos sindicatos, de decisões no processo de montagem da planta da fábrica (o que o compromete ainda mais com o sucesso de novos projetos).

Bons estudos!!!